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Itabirito e Barão de Cocais recebem ações de contrapartida do projeto Meu Lugar

Representantes da equipe do projeto Meu Lugar, realizado pela Coreto Cultural, voltaram a Itabirito e Barão de Cocais para realizar ações de contrapartida nas escolas contempladas. Estudantes, professores e diretores puderam conhecer mais sobre os processos artísticos inseridos nas oficinas e na mostra de resultados realizadas nas instituições de ensino no segundo semestre do ano passado, além de assistirem vídeos produzidos durante as aulas e apresentação dos alunos.


Na Escola Municipal Antônio Toledo Sobrinho, em Itabirito, a ação contou também com a pintura do mural da artista Anna Göbel, com a participação dos alunos do ensino fundamental. Com o tema consciência negra, o mural reflete a busca por pertencimento e autoestima pelos alunos e seus familiares.


Anna Göbel com alunos da Escola Municipal em Marzagão. Foto: Tatiana Rocha

A diretora da Coreto Cultural, Lilian Nunes, e o coordenador audiovisual do projeto, Chico de Paula, se reuniram com professores e a turma de alunos que estão atualmente no 3º ano para falar sobre as vivências artísticas da maquiagem, cabelo, dança e percussão durante o processo e também sobre os resultados apresentados na mostra cultural realizada em dezembro.



Já em Barão de Cocais, na Escola Municipal José Maria dos Mares Guia e na Escola Estadual José Maria de Morais, quem acompanhou a diretora da Coreto foi o professor de percussão do projeto, Dodó Silva, do Arautos do Gueto. Ele foi recebido com carinho e animação pelos alunos, que pediram “mais Meu Lugar” em 2024.


A diretora da Coreto, Lílian Nunes e Dodó Silva em encontro com as escolas em Barão de Cocais.

A diretora da Escola José Maria dos Mares Guia, Ivete Natali dos Santos, reuniu todos os estudantes e professores para dialogarem com a equipe do projeto, um momento de troca de experiências importante sobre os processos artísticos utilizados ao longo das aulas de maquiagem, figurino, trança, dança e percussão.

Houve também o momento de escuta, para que novos caminhos sejam criados e o projeto seja aperfeiçoado. Na José Maria de Morais, a exibição dos vídeos e conversa sobre o projeto aconteceram em sala de aula, com feedback positivo e expectativa dos alunos para uma nova temporada.


Para a diretora Lilian Nunes, o resultado da primeira edição do projeto Meu Lugar foi muito positivo, o que pôde ser percebido nesse retorno às escolas. “Voltar às instituições de ensino para apresentar à comunidade os vídeos e bastidores dos processos e produção do projeto é muito gratificante, assim como perceber o interesse dos alunos para novas oficinas. Eles enxergaram novas possibilidades de aquisição de conhecimento dentro da arte e da cultura e sabem que oficinas com carga horária ampliada podem fazer toda diferença na vida pessoal, além de abrir portas para a vida profissional”.


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